16.12.2015

“A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos”

 

CP Carga assinala a reposição da justiça

Em Julho do corrente ano a Autoridade da Concorrência (AdC) condenou a CP Carga por prestação de informações falsas, inexactas ou incompletas, conforme Comunicado 15/2015 divulgado no site da AdC e em vários órgãos de comunicação social.

Para além da imposição de uma coima no valor de 100 000€ foi a CP Carga sujeita a uma gravosa ofensa da sua reputação e bom nome, tendo a empresa afirmado pública e categoricamente que tal decisão carecia em absoluto de fundamento, razão pela qual mandatou os seus advogados para, de imediato, interpor o competente recurso junto do Tribunal de Concorrência, Regulação e Supervisão.

Ontem, 15 de Dezembro, assinala-se na CP Carga o dia da reposição da justiça e do bom nome, por via da leitura da sentença que, de forma lapidar e rigorosa, considera não provados os factos alegados pela AdC, absolvendo a CP Carga das acusações de prestação de informações falsas, inexactas ou incompletas,  revogando consequentemente a decisão de condenação que havia sido proferida pela AdC.

Adicionalmente, pretende a CP Carga deixar claro que tanto no âmbito deste processo, como no que se refere ao processo por alegados preços predatórios, que nasceu de uma denúncia do nosso concorrente Takargo - objecto de uma decisão de arquivamento e de uma ulterior decisão de indeferimento de reabertura do inquérito - a postura por nós assumida foi, sem excepção, de total abertura e colaboração com a AdC, facultando toda a informação solicitada. Neste contexto, muito nos apraz registar que a própria AdC tenha reconhecido em Tribunal a total honestidade e à-vontade (sic) das Técnicas da CP Carga designadas para acompanhar este processo.

Ao invés, os termos utilizados pela AdC no Comunicado 15/2015 a que aludimos, pelo tom categórico e gravoso adoptado, imputando à CP Carga um comportamento doloso, consubstanciado na prestação de informação enganosa, com o eventual objectivo de ocultar problemas de concorrência no mercado, criando obstáculos  à investigação da ADC, merecem-nos um genuíno sentimento de repúdio, que só por via da sentença ontem proferida consideramos apaziguado.

Se “A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos”, congratula-se a CP Carga que a defesa do seu bom nome, consubstanciada na sentença de absolvição ontem proferida pelo Tribunal de Concorrência, Regulação e Supervisão, seja extensiva a outras empresas que, tal como nós, pautam a sua trajectória e conduta pela ética, o rigor e a verdade.

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